Relações e trauma · CRP 05/60001
Terapia para dependência emocional
Para quando o seu bem-estar parece depender inteiro de outra pessoa, o medo de ser deixado fala mais alto e você vai se perdendo de si para manter o vínculo.
Talvez você se reconheça
Alguns sinais de que pode ajudar conversar.
Precisar dos outros é humano. O problema começa quando, para não perder alguém, você começa a se perder.
-
Você fica angustiado quando a outra pessoa demora a responder e imagina logo o pior.
-
Você aceita situações que te machucam porque ficar sozinho parece ainda mais insuportável.
-
É difícil dizer não, discordar ou pedir algo, com medo de que a pessoa se afaste.
-
Os seus planos, gostos e amizades foram ficando para trás à medida que a relação crescia.
-
Depois de um término, a sensação é de que não existe você sem aquela pessoa.
-
Você percebe que esse padrão se repete com parceiros, amigos ou até com a família.
Esses sinais não são diagnóstico. Servem só para você perceber que talvez seja hora de ter um lugar para falar disso.
Como a psicanálise olha
O vínculo que prende e o vínculo que sustenta.
Na dependência emocional, a outra pessoa vira uma espécie de chão. Quando ela está perto, tudo parece no lugar. Quando ela se afasta, mesmo que por pouco tempo, parece que o chão some. Não é exagero nem drama: é uma angústia real, que costuma ter raízes antigas.
A psicanálise olha para essa história. Como foram os primeiros vínculos da sua vida? Que lugar você aprendeu a ocupar para ser amado? Que medo é esse que aparece quando alguém se afasta? Muitas vezes, quem depende demais do outro aprendeu cedo que precisava agradar, se adaptar ou se anular para não perder o afeto.
Entender essa origem não é procurar culpados. É abrir a possibilidade de viver o amor de outro jeito. Na terapia, você vai reconhecendo os momentos em que se abandona para não ser abandonado, e aos poucos encontra apoio em si, nos seus desejos e em outras relações.
A ideia não é deixar de precisar de ninguém. É construir vínculos em que você também caiba, onde estar junto não exija desaparecer.
Como é o processo
Um caminho feito com você, sem pressa.
- 1
O primeiro passo
Você manda mensagem pelo WhatsApp e combina o primeiro encontro, presencial em Campo Grande ou online.
- 2
Olhar para os padrões
Nas primeiras sessões, você conta sobre as suas relações e a Mariana escuta o que se repete nelas, sem julgar.
- 3
Ir às raízes
Com o tempo, o processo chega aos vínculos mais antigos e ao que eles ensinaram sobre amor, cuidado e medo de perda.
- 4
Experimentar outro jeito
Aos poucos, você testa dizer o que pensa, sustentar um limite, ficar consigo. A terapia acompanha cada passo, no seu tempo.
Cada processo é único. Não existe prazo fixo nem promessa de resultado: o tempo é o seu.
Por que com a Mariana
Escuta atenta, formação e tempo.
A Mariana é psicóloga desde 2019 e psicanalista, com 7 anos de atuação. A forma como cada pessoa se vincula, e o que ela repete nos vínculos, está no centro da escuta psicanalítica.
Com especialização em Psicanálise e Contemporaneidade pela PUC-Rio, ela acompanha também os sofrimentos ligados às relações de hoje: aplicativos, mensagens não respondidas, a sensação de estar sempre disponível.
O atendimento é presencial em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, ou online. Para quem também passou por relações abusivas, existe uma página própria sobre esse tema.
- 7 anosde atuação
- Psicanalistae psicóloga, CRP 05/60001
- Campo Grandepresencial, ou online
Onde fica
Consultório em Campo Grande, RJ
O consultório fica na Avenida Maria Teresa, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. Ter um compromisso fixo só seu, fora de casa, já é um pequeno exercício de cuidar de si. Também há atendimento online.
Avenida Maria Teresa, 75, sala 620
Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ · CEP 23050-160
Atendimento também para quem mora em Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos, Inhoaíba, Paciência, Guaratiba, Bangu, Senador Camará e Santa Cruz.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre dependência emocional
Dependência emocional tem tratamento?
Sim, a terapia é o principal caminho. Ela ajuda a entender de onde vem a necessidade intensa do outro e a construir formas de se relacionar com mais autonomia. Não existe prazo fixo, cada processo tem o seu tempo.
Qual a diferença entre amor e dependência emocional?
No amor, existe espaço para os dois serem quem são. Na dependência, uma pessoa sente que não consegue existir sem a outra, e passa a abrir mão de si para manter a relação. A fronteira nem sempre é clara, e a terapia ajuda a perceber.
Dependência emocional só acontece em relacionamento amoroso?
Não. Ela pode aparecer em amizades, na relação com pais, filhos ou até no trabalho. O padrão costuma ser parecido: medo intenso de perder o outro e dificuldade de se colocar.
Medo de abandono tem a ver com a infância?
Muitas vezes, sim. Os primeiros vínculos ensinam muito sobre o que esperar do amor. Na terapia, essa história pode ser olhada com cuidado, sem culpar ninguém, para que deixe de comandar o presente.
Preciso terminar meu relacionamento para fazer terapia?
Não. A terapia não decide nada por você. Ela ajuda você a entender o que vive e a escolher com mais liberdade, esteja onde estiver.
A terapia para dependência emocional pode ser online?
Pode. As sessões online têm os mesmos 50 minutos e o mesmo sigilo do consultório em Campo Grande.
Amar sem desaparecer.
Se você sente que vive mais para o outro do que para si, essa conversa pode começar agora. Manda uma mensagem.
Conversar no WhatsAppClínica do amparo e do afeto.
Outros atendimentos