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Psicóloga e Psicanalista · CRP 05/60001

Relações e trauma · CRP 05/60001

Terapia para dependência emocional

Para quando o seu bem-estar parece depender inteiro de outra pessoa, o medo de ser deixado fala mais alto e você vai se perdendo de si para manter o vínculo.

Mariana Norberto sentada no sofá, sorrindo

Talvez você se reconheça

Alguns sinais de que pode ajudar conversar.

Precisar dos outros é humano. O problema começa quando, para não perder alguém, você começa a se perder.

  • Você fica angustiado quando a outra pessoa demora a responder e imagina logo o pior.

  • Você aceita situações que te machucam porque ficar sozinho parece ainda mais insuportável.

  • É difícil dizer não, discordar ou pedir algo, com medo de que a pessoa se afaste.

  • Os seus planos, gostos e amizades foram ficando para trás à medida que a relação crescia.

  • Depois de um término, a sensação é de que não existe você sem aquela pessoa.

  • Você percebe que esse padrão se repete com parceiros, amigos ou até com a família.

Esses sinais não são diagnóstico. Servem só para você perceber que talvez seja hora de ter um lugar para falar disso.

Como a psicanálise olha

O vínculo que prende e o vínculo que sustenta.

Na dependência emocional, a outra pessoa vira uma espécie de chão. Quando ela está perto, tudo parece no lugar. Quando ela se afasta, mesmo que por pouco tempo, parece que o chão some. Não é exagero nem drama: é uma angústia real, que costuma ter raízes antigas.

A psicanálise olha para essa história. Como foram os primeiros vínculos da sua vida? Que lugar você aprendeu a ocupar para ser amado? Que medo é esse que aparece quando alguém se afasta? Muitas vezes, quem depende demais do outro aprendeu cedo que precisava agradar, se adaptar ou se anular para não perder o afeto.

Entender essa origem não é procurar culpados. É abrir a possibilidade de viver o amor de outro jeito. Na terapia, você vai reconhecendo os momentos em que se abandona para não ser abandonado, e aos poucos encontra apoio em si, nos seus desejos e em outras relações.

A ideia não é deixar de precisar de ninguém. É construir vínculos em que você também caiba, onde estar junto não exija desaparecer.

Como é o processo

Um caminho feito com você, sem pressa.

  1. 1

    O primeiro passo

    Você manda mensagem pelo WhatsApp e combina o primeiro encontro, presencial em Campo Grande ou online.

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    Olhar para os padrões

    Nas primeiras sessões, você conta sobre as suas relações e a Mariana escuta o que se repete nelas, sem julgar.

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    Ir às raízes

    Com o tempo, o processo chega aos vínculos mais antigos e ao que eles ensinaram sobre amor, cuidado e medo de perda.

  4. 4

    Experimentar outro jeito

    Aos poucos, você testa dizer o que pensa, sustentar um limite, ficar consigo. A terapia acompanha cada passo, no seu tempo.

Cada processo é único. Não existe prazo fixo nem promessa de resultado: o tempo é o seu.

Por que com a Mariana

Escuta atenta, formação e tempo.

A Mariana é psicóloga desde 2019 e psicanalista, com 7 anos de atuação. A forma como cada pessoa se vincula, e o que ela repete nos vínculos, está no centro da escuta psicanalítica.

Com especialização em Psicanálise e Contemporaneidade pela PUC-Rio, ela acompanha também os sofrimentos ligados às relações de hoje: aplicativos, mensagens não respondidas, a sensação de estar sempre disponível.

O atendimento é presencial em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, ou online. Para quem também passou por relações abusivas, existe uma página própria sobre esse tema.

  • 7 anosde atuação
  • Psicanalistae psicóloga, CRP 05/60001
  • Campo Grandepresencial, ou online

Onde fica

Consultório em Campo Grande, RJ

O consultório fica na Avenida Maria Teresa, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. Ter um compromisso fixo só seu, fora de casa, já é um pequeno exercício de cuidar de si. Também há atendimento online.

Avenida Maria Teresa, 75, sala 620

Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ · CEP 23050-160

Atendimento também para quem mora em Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos, Inhoaíba, Paciência, Guaratiba, Bangu, Senador Camará e Santa Cruz.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre dependência emocional

Dependência emocional tem tratamento?

Sim, a terapia é o principal caminho. Ela ajuda a entender de onde vem a necessidade intensa do outro e a construir formas de se relacionar com mais autonomia. Não existe prazo fixo, cada processo tem o seu tempo.

Qual a diferença entre amor e dependência emocional?

No amor, existe espaço para os dois serem quem são. Na dependência, uma pessoa sente que não consegue existir sem a outra, e passa a abrir mão de si para manter a relação. A fronteira nem sempre é clara, e a terapia ajuda a perceber.

Dependência emocional só acontece em relacionamento amoroso?

Não. Ela pode aparecer em amizades, na relação com pais, filhos ou até no trabalho. O padrão costuma ser parecido: medo intenso de perder o outro e dificuldade de se colocar.

Medo de abandono tem a ver com a infância?

Muitas vezes, sim. Os primeiros vínculos ensinam muito sobre o que esperar do amor. Na terapia, essa história pode ser olhada com cuidado, sem culpar ninguém, para que deixe de comandar o presente.

Preciso terminar meu relacionamento para fazer terapia?

Não. A terapia não decide nada por você. Ela ajuda você a entender o que vive e a escolher com mais liberdade, esteja onde estiver.

A terapia para dependência emocional pode ser online?

Pode. As sessões online têm os mesmos 50 minutos e o mesmo sigilo do consultório em Campo Grande.

Amar sem desaparecer.

Se você sente que vive mais para o outro do que para si, essa conversa pode começar agora. Manda uma mensagem.

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Clínica do amparo e do afeto.