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Psicóloga e Psicanalista · CRP 05/60001

Terapia · CRP 05/60001

Psicanálise e transtornos alimentares: atendimento em Campo Grande e online

Para quando comer, ou deixar de comer, virou fonte de angústia, culpa ou controle. Um lugar para falar do que a comida carrega, sem julgamento.

Mariana Norberto segurando um livro aberto

Talvez você se reconheça

Alguns sinais de que pode ajudar conversar.

O sofrimento com a comida costuma ser silencioso. Muitas vezes, quem está perto nem percebe.

  • Comer virou um momento de tensão, culpa ou vergonha, e não de nutrição ou de prazer.

  • Você sente que perde o controle diante da comida ou, ao contrário, precisa controlar cada detalhe do que come.

  • Você evita comer na frente de outras pessoas ou inventa desculpas para não participar de refeições.

  • O espelho e a opinião dos outros sobre o seu corpo ocupam um espaço enorme nos seus pensamentos.

  • Depois de comer, surge uma urgência de "compensar" de alguma forma.

  • Comer, ou não comer, virou um jeito de lidar com tristeza, raiva, ansiedade ou solidão.

Esses sinais não são diagnóstico. Servem só para você perceber que talvez seja hora de ter um lugar para falar disso.

Como a psicanálise olha

A comida quase nunca é só comida.

Desde que nascemos, a alimentação está ligada ao cuidado, ao afeto e ao outro. É no colo, na mesa, nas festas e nas brigas de família que a comida ganha significados. Por isso, quando a relação com ela adoece, raramente o problema está só no prato.

A psicanálise escuta o que esse sintoma diz. O que você tenta controlar quando controla o que come? O que preenche, ou tenta preencher, quando come sem conseguir parar? O que o corpo está carregando que ainda não pôde ser dito em palavras?

Os transtornos alimentares também são atravessados pela cultura. Vivemos cercados de imagens, comparações e cobranças sobre como um corpo deveria ser. A especialização da Mariana em Transtornos Alimentares, Psicanálise e Cultura parte exatamente desse ponto: o sofrimento é de cada pessoa, mas também é produzido pelo mundo em que ela vive.

Na terapia, o foco não é o prato nem a regra. É você, a sua história e o lugar que a comida ocupou nela. Com tempo e cuidado, a relação com o corpo pode deixar de ser um campo de batalha.

Cuidado em rede

Quando é preciso mais de um olhar.

Os transtornos alimentares muitas vezes pedem acompanhamento multiprofissional. Dependendo do caso, o cuidado pode envolver médico, psiquiatra e nutricionista, cada um olhando para uma parte da mesma pessoa.

Quando isso for necessário, a Mariana conversa com você sobre o encaminhamento e, com a sua autorização, pode dialogar com os outros profissionais que acompanham você. A terapia não substitui esse cuidado: ela caminha junto.

Se houver sinais de risco à saúde física, a prioridade é buscar avaliação médica o quanto antes.

Como é o processo

Um caminho feito com você, sem pressa.

  1. 1

    Um primeiro contato discreto

    Muita gente sente vergonha de falar sobre isso. Pelo WhatsApp, você pode dizer só o necessário. O resto vem depois, no seu ritmo.

  2. 2

    Escutar a sua história

    As primeiras sessões servem para entender como a relação com a comida e com o corpo foi se construindo, e o que ela significa para você hoje.

  3. 3

    O trabalho na terapia

    Com sessões regulares de 50 minutos, vocês vão olhando para as emoções, vínculos e situações que aparecem junto com o sintoma.

  4. 4

    Rede de cuidado

    Quando fizer sentido, a terapia é feita em conjunto com outros profissionais de saúde. Sempre com a sua participação nas decisões.

Cada processo é único. Não existe prazo fixo nem promessa de resultado: o tempo é o seu.

Por que com a Mariana

Escuta atenta, formação e tempo.

A Mariana é psicóloga desde 2019 e psicanalista, com 7 anos de atuação. Concluiu em 2025 a especialização em Transtornos Alimentares, Psicanálise e Cultura pela ESPE.

Também tem especialização em Psicanálise e Contemporaneidade pela PUC-Rio, o que amplia a escuta para os sofrimentos ligados às exigências e imagens do nosso tempo.

O atendimento é presencial em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, ou online para todo o Brasil. Para quem sente vergonha de ser visto entrando em um consultório, a sessão online pode ser um começo mais leve.

  • 7 anosde atuação
  • Psicanalistae psicóloga, CRP 05/60001
  • Campo Grandepresencial, ou online

Onde fica

Consultório em Campo Grande, RJ

O consultório fica em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, num ambiente reservado. Se preferir começar de casa, a terapia acontece online com o mesmo sigilo.

Avenida Maria Teresa, 75, sala 620

Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ · CEP 23050-160

Atendimento também para quem mora em Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos, Inhoaíba, Paciência, Guaratiba, Bangu, Senador Camará e Santa Cruz.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre transtornos alimentares

Psicólogo ajuda em transtorno alimentar?

Sim. A psicoterapia é parte importante do cuidado nos transtornos alimentares. Ela ajuda a compreender o que está por trás da relação difícil com a comida e com o corpo. Em muitos casos, o acompanhamento é feito junto com outros profissionais.

Preciso de diagnóstico para começar a terapia?

Não. Se a relação com a comida está causando sofrimento, isso já é motivo suficiente para procurar ajuda. A avaliação acontece ao longo das primeiras sessões.

Como ajudar alguém da família que sofre com isso?

Escutar sem julgar já ajuda muito. Evitar comentários sobre o corpo e sobre o prato da pessoa também. Incentive a busca por ajuda profissional sem transformar isso em cobrança. Familiares também podem procurar orientação para lidar com o que estão vivendo.

Compulsão alimentar é transtorno alimentar?

Pode ser. Episódios em que a pessoa sente que perde o controle sobre o que come, seguidos de culpa ou vergonha, merecem atenção. Vale conversar com uma profissional para entender o seu caso.

Atende adolescentes com transtorno alimentar?

Sim. A Mariana atende adolescentes, com orientação aos responsáveis. Na adolescência, a pressão sobre o corpo costuma ser intensa, e o cuidado precoce faz diferença.

A terapia pode ser online?

Pode. O atendimento online vale para qualquer lugar do Brasil, com o mesmo sigilo do consultório. Em situações de risco físico, o acompanhamento presencial com médico continua sendo essencial.

Seu corpo não precisa ser um campo de batalha.

Se a comida virou fonte de sofrimento, você não precisa lidar com isso em segredo. Manda uma mensagem, do jeito que conseguir.

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Clínica do amparo e do afeto.