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Psicóloga e Psicanalista · CRP 05/60001

Fases da vida · CRP 05/60001

Psicóloga para idosos: atendimento presencial em Campo Grande e online

Tempo e escuta para a história de uma vida inteira. Para lutos, mudanças, solidão e para tudo aquilo que ainda pede para ser dito.

Mariana Norberto na poltrona do consultório com uma xícara

Talvez você se reconheça

Alguns sinais de que pode ajudar conversar.

Não existe idade certa para começar terapia. Algumas fases da vida pedem, mais do que outras, um lugar para conversar.

  • A perda do companheiro, de amigos ou de irmãos deixou um vazio que parece não diminuir.

  • A aposentadoria trouxe tempo livre, mas também a sensação de não saber mais qual é o seu lugar.

  • Os filhos cresceram e saíram de casa, e a rotina ficou silenciosa demais.

  • Mudanças no corpo e na saúde trouxeram medo, tristeza ou irritação.

  • Você sente que a família decide coisas por você e que a sua opinião conta cada vez menos.

  • Lembranças antigas, arrependimentos ou histórias mal resolvidas voltam com frequência.

Esses sinais não são diagnóstico. Servem só para você perceber que talvez seja hora de ter um lugar para falar disso.

Como a psicanálise olha

Toda idade tem desejo.

Existe uma ideia, ainda muito forte, de que a velhice é só um tempo de esperar. A psicanálise discorda. Enquanto há vida, há história em movimento, há desejo, há perguntas. E há sofrimento que merece ser escutado com a mesma seriedade de qualquer outra fase.

Envelhecer é atravessar muitas perdas: pessoas queridas, papéis sociais, capacidades do corpo, às vezes a própria casa. Cada uma delas pede um trabalho de luto, que nem sempre tem espaço numa rotina em que todos esperam que o idoso esteja "bem" ou "conformado".

Na terapia, existe tempo para contar. Para revisitar a própria história, dar sentido ao que foi vivido, falar de saudade, de medo da morte, de arrependimentos e também de alegrias e planos. Sim, planos. Ainda há escolhas a fazer, e elas podem ser mais suas.

A escuta respeita o ritmo de cada um. Não há pressa, não há fórmula. Há um encontro regular, num lugar onde o idoso é tratado como sujeito da própria vida.

Para a família

Quando a ideia parte dos filhos.

Muitas vezes, quem percebe a necessidade é um filho, uma filha ou um neto. O primeiro contato pode ser feito pela família, pelo WhatsApp.

O mais importante é que o próprio idoso deseje participar. A terapia funciona melhor quando ele entende que é um espaço seu, e não uma imposição. Se ajudar, a Mariana pode conversar com ele antes de marcar.

Para quem tem dificuldade de locomoção, o atendimento online é uma alternativa. Às vezes, só é preciso alguém da família para ajudar a abrir a chamada de vídeo.

Como é o processo

Um caminho feito com você, sem pressa.

  1. 1

    Primeiro contato

    O próprio idoso ou alguém da família manda mensagem pelo WhatsApp. A Mariana responde com calma e explica como funciona.

  2. 2

    Conhecer a pessoa

    As primeiras sessões são para escutar quem é aquela pessoa, sua história e o que a trouxe até ali.

  3. 3

    Sessões regulares

    Encontros de 50 minutos, presenciais em Campo Grande ou online, com a frequência combinada.

  4. 4

    Sem pressa

    O processo respeita o ritmo de cada pessoa. A família pode ser chamada para conversar, sempre com o consentimento do paciente.

Cada processo é único. Não existe prazo fixo nem promessa de resultado: o tempo é o seu.

Por que com a Mariana

Escuta atenta, formação e tempo.

A Mariana é psicóloga desde 2019 e psicanalista, com 7 anos de atuação. Atende adolescentes, adultos e idosos, e acredita que toda fase da vida merece escuta.

Sua formação em Psicanálise e Contemporaneidade pela PUC-Rio a ajuda a pensar os lutos, as urgências e as transformações que aparecem com o envelhecimento.

O consultório fica em Campo Grande, perto de quem mora na Zona Oeste e prefere não fazer longos deslocamentos. E existe a opção online, para quem não pode ou não quer sair de casa.

  • 7 anosde atuação
  • Psicanalistae psicóloga, CRP 05/60001
  • Campo Grandepresencial, ou online

Onde fica

Consultório em Campo Grande, RJ

O consultório fica em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, para quem quer terapia perto de casa. Antes de vir, vale perguntar pelo WhatsApp sobre o acesso ao prédio. Para quem não pode se deslocar, as sessões acontecem online.

Avenida Maria Teresa, 75, sala 620

Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ · CEP 23050-160

Atendimento também para quem mora em Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos, Inhoaíba, Paciência, Guaratiba, Bangu, Senador Camará e Santa Cruz.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre idosos

Idoso pode fazer terapia?

Pode, e muitos se beneficiam bastante. Não existe idade limite para começar. A terapia oferece um espaço para elaborar perdas, mudanças e a própria história.

Psicóloga atende idosos com dificuldade de locomoção?

Sim, pelo atendimento online. Com um celular ou computador e alguém para ajudar a abrir a chamada, se for preciso, as sessões acontecem de casa.

Terapia ajuda no luto na velhice?

Ajuda. Perder um companheiro de muitos anos ou amigos próximos é uma dor profunda. A terapia oferece um lugar para viver esse luto com acolhimento, no tempo que ele pedir.

A família participa das sessões?

As sessões são do idoso. A família pode ser chamada para conversas pontuais, sempre com o consentimento dele, e o sigilo é respeitado.

Como convencer meu pai ou minha mãe a ir à psicóloga?

Sem pressão. Vale dizer que é um espaço para conversar e ser escutado, não um sinal de "loucura". Se ajudar, a Mariana pode fazer um primeiro contato para explicar como funciona.

A terapia substitui o acompanhamento médico?

Não. Questões de saúde física, memória ou medicação são acompanhadas por médicos. A terapia cuida das emoções e da história, e pode caminhar junto com esse cuidado.

Ainda há muito para contar.

Seja para você ou para alguém da sua família, a conversa pode começar com uma mensagem. A Mariana responde com calma.

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Clínica do amparo e do afeto.