Relações e trauma · CRP 05/60001
Atendimento psicológico para traumas e situações de abuso
Para o que aconteceu e ainda pesa, mesmo que tenha sido há muito tempo. Um lugar seguro para falar, ou para ainda não falar, no seu tempo.
Se você está em situação de violência agora, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 190 em caso de emergência.
Talvez você se reconheça
Alguns sinais de que pode ajudar conversar.
O trauma nem sempre se apresenta como lembrança clara. Às vezes ele aparece no corpo, no sono ou nas relações.
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Algumas cenas voltam à cabeça sem aviso, em sonhos ou em momentos comuns do dia.
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Certos lugares, cheiros, sons ou toques despertam uma reação forte que você não consegue controlar.
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Você se sente em alerta o tempo todo, como se algo ruim pudesse acontecer a qualquer momento.
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Existe uma parte da sua história que você evita pensar, ou da qual tem poucas lembranças.
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Você carrega culpa ou vergonha por algo que foi feito com você.
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Confiar nas pessoas, ou na intimidade, ficou muito difícil depois do que aconteceu.
Esses sinais não são diagnóstico. Servem só para você perceber que talvez seja hora de ter um lugar para falar disso.
Como a psicanálise olha
O que não pôde ser dito insiste.
Um trauma acontece quando algo é intenso demais para ser absorvido naquele momento. Fica como um corpo estranho dentro da pessoa: não passa, não se encaixa na história, volta em forma de sintoma, medo ou silêncio. Não é falta de força. É o modo como o psiquismo tenta se proteger.
A psicanálise não força ninguém a reviver o que aconteceu. O cuidado começa pela construção de confiança. Só quando existe um lugar seguro é que, aos poucos, aquilo que ficou sem palavras pode começar a ser dito, se e quando você quiser.
Nas situações de abuso, a culpa e a vergonha costumam ficar do lado errado. A responsabilidade nunca é de quem sofreu a violência. Parte do trabalho é poder reconhecer isso, não só na razão, mas também no que se sente.
Com o tempo, o que estava solto pode ganhar lugar na sua história. Não para ser esquecido, mas para deixar de comandar o presente. É um processo delicado, sem atalhos e sem promessa, feito com respeito ao seu ritmo.
Como é o processo
Um caminho feito com você, sem pressa.
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Contato no seu ritmo
Você não precisa contar o que aconteceu na primeira mensagem. Basta dizer que gostaria de conversar. O resto pode esperar.
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Construir segurança
As primeiras sessões são para vocês se conhecerem e para você sentir que pode confiar. Nada é forçado.
- 3
Dar palavras, aos poucos
Quando você se sentir pronto, a história pode ir sendo contada em partes, com pausas. Você decide o que e quando falar.
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Cuidado em rede
Se for necessário, a Mariana orienta sobre outros cuidados, como acompanhamento psiquiátrico ou serviços de proteção, sempre com a sua participação.
Cada processo é único. Não existe prazo fixo nem promessa de resultado: o tempo é o seu.
Por que com a Mariana
Escuta atenta, formação e tempo.
A Mariana fez especialização em Psicanálise e Contemporaneidade: Traumas e Urgências Subjetivas pela PUC-Rio. O trauma e as situações de urgência psíquica são o centro dessa formação.
É psicóloga desde 2019 e psicanalista, com 7 anos de atuação. Trabalha com uma escuta cuidadosa, sem pressa e sem exigir que você reviva o que não está pronto para olhar.
O atendimento é presencial em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, ou online, para que você escolha onde se sente mais seguro para falar.
- 7 anosde atuação
- Psicanalistae psicóloga, CRP 05/60001
- Campo Grandepresencial, ou online
Onde fica
Consultório em Campo Grande, RJ
O consultório fica em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, num espaço reservado. Se sair de casa for difícil, ou se você se sentir mais protegido no seu espaço, a terapia acontece online.
Avenida Maria Teresa, 75, sala 620
Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ · CEP 23050-160
Atendimento também para quem mora em Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos, Inhoaíba, Paciência, Guaratiba, Bangu, Senador Camará e Santa Cruz.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre traumas e abusos
Preciso contar tudo o que aconteceu logo na primeira sessão?
Não. Você fala só o que conseguir e quando conseguir. Construir confiança vem antes. Muitas pessoas levam tempo até conseguir falar sobre o trauma, e isso é respeitado.
Psicólogo atende vítimas de abuso sexual?
Sim. O atendimento psicológico é parte importante do cuidado depois de uma violência sexual. A Mariana atende com sigilo e sem julgamento, presencialmente em Campo Grande ou online.
Faz muito tempo que aconteceu. Ainda vale procurar terapia?
Vale. Traumas antigos podem continuar afetando o presente, às vezes de formas que nem parecem ligadas ao que aconteceu. Nunca é tarde para ter um lugar de escuta.
O que eu contar na terapia pode ser levado à polícia?
O sigilo profissional é garantido pelo Código de Ética da Psicologia. A decisão de denunciar é sua, e a terapia pode ajudar a pensar sobre isso. Situações envolvendo crianças, adolescentes ou risco grave à vida têm regras específicas, que a Mariana explica com transparência.
Como a psicanálise trabalha com trauma?
Oferecendo um lugar seguro para que aquilo que ficou sem palavras possa, aos poucos, ser dito e elaborado. O ritmo é sempre o seu, sem técnicas que forcem a lembrança.
Onde buscar ajuda imediata em caso de violência?
Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher, 24 horas e gratuito) ou 190 em emergência. Para pensamentos de morte, o CVV atende pelo 188. A terapia é um cuidado contínuo e não substitui a proteção imediata.
O que aconteceu com você importa.
Quando você sentir que é hora, manda uma mensagem. Não precisa explicar nada agora.
Conversar no WhatsAppClínica do amparo e do afeto.
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