Fases da vida · CRP 05/60001
Psicóloga para adolescentes em Campo Grande, RJ
Um espaço só do adolescente, para falar do que ainda não tem nome, com sigilo e sem sermão. E orientação para os responsáveis, quando for preciso.
Talvez você se reconheça
Alguns sinais de que pode ajudar conversar.
A adolescência é intensa por natureza. Mas alguns sinais pedem um olhar mais atento, tanto para quem vive quanto para quem acompanha.
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Se fechou no quarto e no celular, e as conversas em casa viraram respostas curtas ou brigas.
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Mudou muito o jeito de comer, de dormir ou de cuidar de si nos últimos meses.
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A escola virou fonte de angústia: notas caindo, recusa em ir, medo de apresentações.
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Sofre com conflitos com amigos, exclusão, comparação nas redes ou situações de bullying.
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Fala que nada faz sentido, que é um peso ou que ninguém entende o que sente.
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Está diante de escolhas grandes, como identidade, relacionamentos e futuro, e se sente perdido.
Esses sinais não são diagnóstico. Servem só para você perceber que talvez seja hora de ter um lugar para falar disso.
Como a psicanálise olha
Crescer é atravessar.
A adolescência é uma passagem. O corpo muda, a relação com os pais muda, a imagem de si muda. É um tempo de perguntas enormes, como "quem eu sou?", "do que eu gosto?" e "onde eu me encaixo?", feitas muitas vezes sem a linguagem para expressá-las. Não por acaso, o sofrimento costuma aparecer em atitudes, silêncios e no corpo.
Na terapia, o adolescente encontra um adulto que não está ali para dar bronca, cobrar notas nem decidir por ele. A psicanálise oferece um lugar para que ele fale do jeito dele, sobre o que quiser: um jogo, uma música, uma briga, um medo. É a partir dessa fala que as questões de verdade vão aparecendo.
O sigilo é parte fundamental desse cuidado. Para confiar, o adolescente precisa saber que o que diz na sessão fica ali. Ao mesmo tempo, os responsáveis não ficam de fora: eles participam do início e podem ser chamados para conversas de orientação ao longo do processo.
O objetivo não é "consertar" o adolescente, e sim ajudá-lo a encontrar palavras próprias para o que vive, e um caminho para crescer sendo quem é.
Para os responsáveis
E o que cabe a vocês?
Na maioria dos casos, quem procura a terapia são os pais ou responsáveis. O primeiro contato pode ser feito por vocês, pelo WhatsApp, e o primeiro encontro costuma incluir uma conversa com a família.
Ao longo do processo, a Mariana pode chamar os responsáveis para encontros de orientação. Neles, sem expor o que o jovem conta nas sessões, vocês conversam sobre como acompanhar esse momento em casa.
- Explique ao adolescente que a terapia é um espaço dele, e não um castigo.
- Respeite o sigilo: não peça para ele contar o que falou na sessão.
- Se notar sinais de risco, como falas sobre morte ou automutilação, avise a psicóloga e procure ajuda imediata.
Como é o processo
Um caminho feito com você, sem pressa.
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Contato dos responsáveis
Normalmente o primeiro contato é de um dos responsáveis, pelo WhatsApp. Vocês contam o que estão percebendo e combinam o início.
- 2
Conversa inicial
No começo, a Mariana conversa com a família e com o adolescente, para entender o contexto e explicar como funciona o sigilo.
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Sessões com o adolescente
Encontros regulares de 50 minutos, só com ele, presenciais em Campo Grande ou online.
- 4
Orientação aos responsáveis
Quando necessário, encontros com a família para orientação, sempre preservando o que é do espaço do jovem.
Cada processo é único. Não existe prazo fixo nem promessa de resultado: o tempo é o seu.
Por que com a Mariana
Escuta atenta, formação e tempo.
A Mariana é psicóloga desde 2019 e psicanalista, com 7 anos de atuação, atendendo adolescentes, adultos e idosos.
Além do consultório, conduz rodas de conversa para adolescentes, o que dá a ela familiaridade com a linguagem, as preocupações e o jeito de falar dessa idade. Também faz orientação profissional para quem está escolhendo a carreira.
Com especialização em Transtornos Alimentares, Psicanálise e Cultura, está atenta às pressões sobre o corpo e a imagem, tão presentes na adolescência. O atendimento é presencial em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, ou online.
- 7 anosde atuação
- Psicanalistae psicóloga, CRP 05/60001
- Campo Grandepresencial, ou online
Onde fica
Consultório em Campo Grande, RJ
O consultório fica em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, perto de quem mora na região e precisa conciliar escola, cursos e terapia. Para adolescentes com rotina apertada, também há sessões online.
Avenida Maria Teresa, 75, sala 620
Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ · CEP 23050-160
Atendimento também para quem mora em Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos, Inhoaíba, Paciência, Guaratiba, Bangu, Senador Camará e Santa Cruz.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre adolescentes
A partir de que idade a Mariana atende?
A Mariana atende a partir da adolescência. Se tiver dúvida sobre a idade do seu filho ou filha, manda uma mensagem que ela orienta.
Os pais ficam sabendo do que é falado na sessão?
Não. O sigilo é essencial para o adolescente confiar no processo. Os responsáveis participam de conversas de orientação, mas sem que o conteúdo das sessões seja exposto. Em situações de risco, a família é comunicada, e isso é explicado desde o início.
Meu filho não quer fazer terapia. O que eu faço?
É comum haver resistência no começo. Vale explicar que a terapia é um espaço dele, não um castigo. Às vezes, uma primeira conversa ajuda o adolescente a perceber que pode ser diferente do que imagina.
Terapia online funciona para adolescentes?
Funciona, e muitos adolescentes se sentem mais à vontade nesse formato. É importante garantir um lugar reservado em casa, onde ninguém escute a conversa.
Quais assuntos levam adolescentes à terapia?
Ansiedade, tristeza, conflitos em casa, dificuldades na escola, questões com o corpo e com a alimentação, relacionamentos, identidade, bullying e dúvidas sobre o futuro, entre muitos outros.
A terapia ajuda na escolha da profissão?
A terapia pode ajudar indiretamente. Para quem está diante do vestibular ou do Enem, a Mariana também faz orientação profissional, um processo focado nessa escolha.
Um lugar só dele (ou dela).
Se você está preocupado com um adolescente, ou se você é o adolescente e quer conversar, manda uma mensagem. A Mariana explica como funciona.
Conversar no WhatsAppClínica do amparo e do afeto.
Outros atendimentos